quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Mensagem do Papa Francisco por ocasião da Campanha da Fraternidade 2015

Mensagem do Papa Francisco por ocasião da Campanha da Fraternidade 2015
Quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
Rádio Vaticano
Queridos irmãos e irmãs do Brasil!
Aproxima-se a Quaresma, tempo de preparação para a Páscoa: tempo de penitência, oração e caridade, tempo de renovar nossas vidas, identificando-nos com Jesus através da sua entrega generosa aos irmãos, sobretudo aos mais necessitados. Neste ano, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, inspirando-se nas palavras d’Ele “O Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Mc 10,45), propõe como tema de sua habitual Campanha “Fraternidade: Igreja e Sociedade”.
De fato a Igreja, enquanto “comunidade congregada por aqueles que, crendo, voltam o seu olhar a Jesus, autor da salvação e princípio da unidade” (Const. Dogmática Lumen gentium, 3), não pode ser indiferente às necessidades daqueles que estão ao seu redor, pois, “as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens de hoje, sobretudo dos pobres e de todos os que sofrem, são também as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos discípulos de Cristo” (Const. Pastoral Gaudium et spes, 1). Mas, o que fazer? Durante os quarenta dias em que Deus chama o seu povo à conversão, a Campanha da Fraternidade quer ajudar a aprofundar, à luz do Evangelho, o diálogo e a colaboração entre a Igreja e a Sociedade – propostos pelo Concílio Ecumênico Vaticano II – como serviço de edificação do Reino de Deus, no coração e na vida do povo brasileiro.
A contribuição da Igreja, no respeito pela laicidade do Estado (cfr. Idem, 76) e sem esquecer a autonomia das realidades terrenas (cfr. Idem, 36), encontra forma concreta na sua Doutrina Social, com a qual quer “assumir evangelicamente e a partir da perspectiva do Reino as tarefas prioritárias que contribuem para a dignificação do ser humano e a trabalhar junto com os demais cidadãos e instituições para o bem do ser humano” (Documento de Aparecida, 384). Isso não é uma tarefa exclusiva das instituições: cada um deve fazer a sua parte, começando pela minha casa, no meu trabalho, junto das pessoas com quem me relaciono. E de modo concreto, é preciso ajudar aqueles que são mais pobres e necessitados. Lembremo-nos que “cada cristão e cada comunidade são chamados a ser instrumentos de Deus ao serviço da libertação e promoção dos pobres, para que possam integrar-se plenamente na sociedade; isto supõe estar docilmente atentos, para ouvir o clamor do pobre e socorrê-lo” (Exort. Apost. Evangelii gaudium, 187), sobretudo sabendo acolher, «porque quando somos generosos acolhendo uma pessoa e partilhamos algo com ela – um pouco de comida, um lugar na nossa casa, o nosso tempo – não ficamos mais pobres, mas enriquecemos” (Discurso na Comunidade de Varginha, 25/7/2013). Assim, examinemos a consciência sobre o compromisso concreto e efetivo de cada um na construção de uma sociedade mais justa, fraterna e pacífica.
Queridos irmãos e irmãs, quando Jesus nos diz “Eu vim para servir” (cf. Mc 10, 45), nos ensina aquilo que resume a identidade do cristão: amar servindo. Por isso, faço votos que o caminho quaresmal deste ano, à luz das propostas da Campanha da Fraternidade, predisponha os corações para a vida nova que Cristo nos oferece, e que a força transformadora que brota da sua Ressurreição alcance a todos em sua dimensão pessoal, familiar, social e cultural e fortaleça em cada coração sentimentos de fraternidade e de viva cooperação. A todos e a cada um, pela intercessão de Nossa Senhora Aparecida, envio de todo coração a Bênção Apostólica, pedindo que nunca deixem de rezar por mim.
Vaticano, 2 de fevereiro de 2015.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Retiro quaresmal da juventude

Participe conosco do Retiro quaresmal da juventude que terá como tema: "Eu vim para servir".
O serviço e a missão andam de mãos dadas, servindo o próximo abrimos o nosso coração para uma experiência além-fronteiras! 
Interessados poderão informar nome, idade, endereço e contato pelo nosso e-mail: jmdomartir@gmail.com


quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Cooperação Missionária

A Juventude Missionária (Pontifícia Obra da Propagação da Fé) foi fundada com o objetivo de ajudar os missionários nos países de Missão, em suas diversas atividades pastorais (formação, ajuda humanitária) desejando assim que todos pudessem conhecer Jesus. 
Junto com o protagonismo dos jovens e a dimensão além-fronteiras, o sacrifício pessoal em favor dos mais pobres e das missões é uma característica da JM. Por isso em nossas reuniões fazemos a oferta do dinheiro que poupamos renunciando a alguma coisa não necessária.A cooperação Missionária é dever de todo batizado e acontece de forma especial nos grupos da JM. Realiza-se de diversas formas: com a oração, com o testemunho, com o sacrifício, com o trabalho, com as ofertas...

FONTES: Blog nacional da JM e livro Um passo adiante (com adaptações)


sábado, 10 de janeiro de 2015

Novena e festa do Mártir São Sebastião 2015

No dia 11 de janeiro, amanhã, iniciamos em nossa paróquia a novena do Mártir São Sebastião, nosso padroeiro. Confira a programação e participe conosco!





quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Paulina Jericot, fundadora do Pontifícia Obra da Propagação da Fé

Na próxima sexta-feira, 09 de janeiro, recordamos o dia em que Paulina Jaricot, fundadora da Obra da Propagação da Fé (da qual a Juventude Missionária faz parte), se encontrou com o Pai Celestial. Neste espírito, convidamos à todos os jovens para que, neste dia e durante todo o mês, recordem de forma especial esta jovem missionária, que é exemplo para o nosso trabalho.

Paulina Jaricot nasceu em Lião (França) a 22 de julho de 1799, de uma família proprietária de uma fábrica de seda. Desde a sua infância recebeu profunda educação cristã. Após grave enfermidade e morte da mãe, em 1816, Paulina resolveu "servir somente a Deus". Nesta oportunidade, fez voto privado de castidade e adotou um estilo de vida e de vestir das mais pobres operárias.

Por meio de seu querido irmão, Filéias, seminarista do Seminário de Saint-Sulpice, em Paris, onde se preparava para ser missionário na China, Paulina toma conhecimento e mantém-se informada da situação difícil das missões. Paulina, além de esforçar-se em dar a conhecer as necessidades das missões (pertencia também à Associação dos Padres das Missões Estrangeiras), amadurecia em sua mente algo mais orgânico que poderia suscitar o entusiasmo e evoluir interiormente; algo, inclusive, que pudesse envolver todos os católicos e ser uma verdadeira ajuda para todas as missões indistintamente.

Ao aparecer o grande projeto de Paulina Jaricot, que um dia se converteria na Obra da Propagação da Fé, seu irmão Filéias, recém ordenado sacerdote, sugere à irmã que se consagre, inteiramente, a uma atividade organizada em favor das missões. "A minha vocação - escrevia Paulina – impedia-me de fixar a minha atenção apenas numa obra até o ponto de esquecer-me das demais... Desejo permanecer livre para poder ir onde as necessidades são maiores". Suas outras obras foram: o Rosário Vivo (1826), a Obra de Boa Imprensa (bibliotecas populares e volantes, 1826), o Banco do Céu (1830), a Congregação de Filhas de Maria (1831).
O mundo católico considera Paulina Jaricot como uma mulher de extraordinária têmpera de alma e de ampla visão das necessidades da Igreja; uma mulher verdadeiramente amante da Igreja, que viveu quase sempre incompreendida, combatida, caluniada e até perseguida pelos superiores. Paulina era de temperamento prático: todas as suas iniciativas revelam um espírito sumamente realista, capaz de dar corpo e vida a uma ideia. Suas atividades, são aparentemente simples e susceptíveis de serem atribuídas a qualquer pessoa, denotavam, porém, uma percepção exata da realidade social e espiritual de seu tempo.
As autoridades eclesiásticas, que repetidamente recomendaram a Obra aos Bispos, sacerdotes e fiéis, reconhecendo em Paulina Jaricot um instrumento dócil, generoso e heroico da Divina Providência para a evangelização, introduziu a causa da Beatificação, em 18 de janeiro de 1830. Em 25 de fevereiro de 1963, o Papa João XXIII assinou o decreto que proclama a heroicidade das virtudes de Paulina Maria Jaricot. Por isso a declarou "Venerável", o que significa que a Igreja se compromete em beatificá-la. Porém, um milagre, fruto de sua intercessão é a condição, normalmente, necessária.

A Obra da Propagação da Fé

A França encontrava-se em momentos difíceis para a missão. Sofria as consequências da Revolução Francesa, das posteriores guerras napolitanas, dos movimentos laicistas e racionalistas: encerramento de seminários, dissolução dos institutos religiosos, paróquias sem pastores, empobrecimento do povo. Mas este foi o ambiente e o momento escolhido pelo Espírito Santo para o despertar de um novo vigor missionário na Igreja, por meio da jovem Paulina Jaricot. Paulina Jaricot (1799-1862), nasceu em Lião, França, filha de fabricantes de seda. Desde pequena entrou em contacto com as missões na China e na Ásia oriental conhecendo as suas imensas necessidades. Concebe um plano de ajuda aos missionários e expõe-no às colegas operárias da fábrica onde trabalhava. Apresenta o plano ao vigário geral da diocese de Lião que lhe responde: “adiantaria mais você encontrar um bom marido ou entrar num convento...” Mas Paulina continuou sua obra com o grupo de amigas. Reúne-se com as colegas operárias e rezam. Constituem-se, primeiramente, numa associação das Reparadoras. Unem-se a outras iniciativas semelhantes e fundam a Obra da Propagação da Fé, para ajudar, com a oração e esmolas, a obra da evangelização em todas as missões.
Esta Obra recebeu, desde o início, apoio dos Papas e foi acolhida pelos bispos em suas dioceses. O Papa Gregório XVI, na encíclica "Probe nostis" (1840), diz que é uma "Obra verdadeiramente grande e muito santa": Leão XIII, apoiou e contribuiu na difusão universal da Obra da Propagação da fé dedicando-lhe duas encíclicas: "Sancta Dei Civitas" (1880) e "Christi Nomen" (1894). Entre todas as Obras, diz Leão XIII, a Propagação da Fé "destaca-se e e brilha entre todas elas". Pio X qualificou-a como “eminentemente católica e a principal instituição para a dilatação do Reino de Deus”. Bento XV, na encíclica "Maximum illud" (1919), a primeira Carta magna da atividade missionária lança fundamentos sólidos para a missiologia. Apresenta oficialmente as quatro Obras e recomenda-as aos bispos como a primeira Obra Missionária eficaz para ajudar todas as missões.
O carácter universal desta Obra obteve muita simpatia desde o início. Agora, como organismo oficial da Igreja para a cooperação missionária, abriu-lhe as portas de todas as dioceses, paróquias, movimentos e famílias cristãs. Porém é com o Concílio Vaticano II que esta Pontifícia Obra Missionária, junto com as outras três, adquire a verdadeira importância, como instrumento local e prioritário da Papa, do Colégio Episcopal para a cooperação missionária da oração, da doação pessoal e das ajudas materiais para toda a Igreja. Todo o povo cristão é chamado a cooperar espiritual e materialmente na ação missionária. Repete-se o que aconteceu no início da Igreja: todo o povo participava na difusão do Evangelho.
Pio XI, em 1922, no centenário da fundação desta Obra, por um Motu próprio transferiu sua sede de Lião para Roma, no Palácio da Propagação da Fé, constituindo-a como “organismo oficial da Santa Sé para a cooperação missionária, recolhendo as ofertas dos fiéis de todo o mundo para as repartir entre todas as Missões”.

Objetivos

Suscitar o compromisso pela evangelização universal em todos os sectores do Povo de Deus: família, movimentos, associações, seminários, comunidades eclesiais de base, paróquias, Dioceses para que todos e cada cristão tomem consciência de sua vocação missionária universal. Promover nas Igrejas locais, a cooperação tanto espiritual como material e o intercâmbio de evangelizadores para todo o mundo. A evangelização é, primeiramente, obra do Espírito Santo, por isso é necessário colocar a oração e o sacrifício.
A Obra propõe-se formar "um fundo central de solidariedade para todas as missões". Suscitar, promover, apoiar e formar vocações missionárias. Manter o intercâmbio de informações e testemunhos para estabelecer laços fraternos entre as Igrejas despertando a solidariedade e a comunhão evangélica no dar e no receber.



terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Nosso mês de novembro

Confira algumas fotos de nossas atividades do mês de novembro:
Encontro semanal (Realidade Missionária)

Encontro semanal (Realidade Missionária)

Encontro semanal (Espiritualidade Missionária)

Encontro semanal (Espiritualidade Missionária)

Dia Nacional da Juventude (DNJ) diocesano em Soledade de Minas

Sudestão da Juventude Missionária

Lucernário (Celebração da Luz) na comunidade Cristo Rei, mais nova da paróquia

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Tema do mês: O que diz o youcat?

Neste mês de novembro estamos falando sobre a Igreja Católica. Veja o que nos diz o Youcat (Catecismo Jovem):
121 - O que significa Igreja?

"Igreja, em grego, diz-se ekklesia e significa "os convocados". Todos nós, que somos batizados e cremos em Deus, somos convocados pelo Senhor. Juntos somos Igreja. Cristo é, no dizer de São Paulo, a cabeça da Igreja e nós o seu corpo.

Quando celebramos os sacramentos e ouvimos a Palavra de Deus, Cristo está em nós e nós estamos n'Ele - isto é a Igreja. A Sagrada Escritura descreve a comunhão estreita, pessoal e vital de todos os batizados com Jesus através de metáforas sempre novas:ora fala do povo de Deus, ora da Esposa de Cristo; ora é chamada Mãe, ora é a Família de Deus ou comparada a um banquete nupcial. A Igreja não é uma simples instituição ou uma "igreja administrativa" que podemos pôr de lado. Podem escandalizar-nos os erros e os defeitos da Igreja, mas não nos podemos distanciar dela, porque Deus a escolheu irrevogavelmente e, apesar de todos os pecados, não Se distancia dela. A Igreja é a presença de Deus na humanidade, pelo que a devemos amar."